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Parque Natural Raimundo Paraguaçu receberá meliponários voltados à educação ambiental e capacitação técnica

Meliponário educativo terá foco em conscientizar estudantes e visitantes sobre a importância desses insetos na manutenç&...

13/08/2025 às 12h18
Por: Rose Lopes Fonte: Prefeitura de Porto Velho - RO
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Foto: Reprodução/Prefeitura de Porto Velho - RO
Foto: Reprodução/Prefeitura de Porto Velho - RO

O Parque Natural Raimundo Paraguaçu, em Porto Velho, foi palco de uma reunião que definiu a instalação de dois meliponários no espaço, como parte do projeto Bosque das Melíponas. A reunião aconteceu na terça-feira (12).

O encontro contou com a presença do secretário da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), Rodrigo Ribeiro; do secretário-adjunto da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema), Renato Muzzolon Jr.; e do gerente técnico da Semagric, Roseval Guzo.

Com 390 hectares de área preservada e diversas espécies nativas da região, o parque foi escolhido para abrigar dois espaços distintos: um meliponário voltado à educação ambiental e outro destinado à capacitação técnica de produtores.

“Queremos que a população conheça o papel essencial das abelhas-sem-ferrão para o equilíbrio ambiental e para a agricultura. É uma forma de unir preservação e produção”, destacou Rodrigo Ribeiro, secretário da Semagric.

Melíponas não possuem ferrão nem veneno, o que permite atividades educativas seguras
Melíponas não possuem ferrão nem veneno, o que permite atividades educativas seguras
O meliponário educativo terá foco em conscientizar estudantes e visitantes sobre a importância desses insetos na manutenção da biodiversidade e no processo de polinização. Já o meliponário de capacitação técnica, técnico-científica e pesquisas será voltado para produtores rurais, oferecendo conhecimento prático sobre a criação e manejo das melíponas.

“O parque é um local estratégico para unir educação ambiental, capacitação técnico-científica, preservação de espécies e incentivo à pesquisa, é um ganho para a cidade e para a comunidade científica”, afirmou Renato Muzzolon Jr., secretário-adjunto da Sema.

Diferente das abelhas-comuns, as melíponas não possuem ferrão nem veneno, o que permite atividades educativas seguras. “Além de promover a polinização, essas abelhas contribuem para o aumento da produtividade das lavouras. Esse projeto vai beneficiar produtores e a natureza”, ressaltou Roseval Guzo, gerente técnico da Semagric.

O encontro também contou com a participação de meliponicultores atendidos pelos assistentes técnicos da Semagric, Sérgio Magno e Regina Mariz, que foram convidados a integrar a iniciativa. Segundo os organizadores, a implantação dos meliponários representa um passo importante para aproximar a comunidade da preservação ambiental e incentivar práticas sustentáveis que beneficiam tanto a natureza quanto a produção agrícola local.

Texto:Jean Carla Costa
Fotos:Jean Carla Costa

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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