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Boi-Bumbá Diamante Negro leva homenagem às “Mulheres Guerreiras” ao Arraial Flor do Maracujá 2025

O grupo reúne de 150 a 200 brincantes entre ritmistas, tribos, personagens e dançarinosFundado em 1º de janeiro de 1993, no bairro Aeroclube, em Po...

31/07/2025 às 08h50
Por: Rose Lopes Fonte: Secom Rondônia
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Com o tema “Mulheres Guerreiras”, a apresentação deste ano abordará pautas sociais importantes
Com o tema “Mulheres Guerreiras”, a apresentação deste ano abordará pautas sociais importantes

O grupo reúne de 150 a 200 brincantes entre ritmistas, tribos, personagens e dançarinos
O grupo reúne de 150 a 200 brincantes entre ritmistas, tribos, personagens e dançarinos

Fundado em 1º de janeiro de 1993, no bairro Aeroclube, em Porto Velho, o Boi Diamante Negro nasceu da paixão do pedagogo e folclorista Aluízio Batista Guedes, em uma conversa familiar que ganhou força e se transformou em uma das maiores expressões culturais da Amazônia. Hoje, representa com orgulho a zona Sul da capital, abrangendo bairros como Jardim Eldorado, Caladinho, União, Cohab, Castanheira, Gurgel e Nova Floresta.

Com as cores preto, amarelo, azul e branco estampadas em seu pavilhão, o grupo mantém viva a identidade cultural de sua comunidade. “Diamante Negro” simboliza beleza, força e resistência, elementos que se traduzem em cada espetáculo apresentado.

PREPARATIVOS

Os ensaios acontecem diariamente, a partir das 19h, no Poliesportivo da Avenida Jatuarana – Cedel. O grupo reúne de 150 a 200 brincantes, entre ritmistas, tribos, personagens e dançarinos. A batucada, conhecida como “Guerreiros do Bumbá”, é uma atração à parte, com 80 integrantes que imprimem ritmo e emoção em cada batida.

Entre os personagens tradicionais que compõem o espetáculo estão sinhazinha, cunhã-poranga, rainha do folclore, rainha da batucada, porta-estandarte, pajé, amo do boi, além das Figuras icônicas como, Doutor da Vida, Doutor Cachaça e doutor Relâmpago, além do Padre e Bicho Flolharal.

O secretário da Sejucel, Paulo Higo,destacou o papel social e educativo do grupo. “O tema ‘Mulheres Guerreiras’ reforça o compromisso do folclore com as causas atuais. É gratificante ver o envolvimento da comunidade, especialmente da juventude, em um projeto que une arte, história e cidadania”, declarou.

Fonte
Texto: Paulo Amorim
Fotos: Daiane Mendonca e Roni Carvalho
Secom - Governo de Rondônia

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