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Catedral do Sagrado Coração se torna refúgio de fé e pertencimento para moradores da capital

Mais do que um espaço religioso, local acolhe histórias, emoções e fortalece laços entre gerações.

08/05/2026 às 08h22
Por: Rose Lopes Fonte: Prefeitura de Porto Velho - RO
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Foto: Reprodução/Prefeitura de Porto Velho - RO
Foto: Reprodução/Prefeitura de Porto Velho - RO

Mais do que um espaço religioso, local acolhe histórias, emoções e fortalece laços entre gerações

Catedral se mantém como um espaço de pausa, silêncio e reconexão
Catedral se mantém como um espaço de pausa, silêncio e reconexão
Em meio à rotina acelerada do centro de Porto Velho, a Catedral do Sagrado Coração de Jesus se mantém como um espaço de pausa, silêncio e reconexão. Para muitos moradores, o local vai além da prática religiosa: é um verdadeiro refúgio emocional.

É nesse cenário que histórias pessoais ganham significado. A decoradora Lara encontrou na Catedral um ponto de transformação em sua vida.

“A Catedral se tornou um refúgio… quando a gente está mal, vem aqui, vai ao sacrário, conversa com Jesus. É um lugar de paz, de calmaria. Nos piores momentos a gente procura esse espaço… e também nas maiores alegrias, para agradecer”.

Convertida há cerca de um ano, ela relata que a relação com o espaço mudou completamente sua forma de viver a fé.

Para Lara Galvão, a permanência da Catedral ao longo dos anos reforça um elo que ultrapassa gerações
Para Lara Galvão, a permanência da Catedral ao longo dos anos reforça um elo que ultrapassa gerações
“Antes eu nem pisava numa igreja… e hoje isso aqui virou parte da minha vida. Ele já frequentava desde criança, e agora a gente quer passar isso para o nosso filho também.”

Fé que conecta gerações

O sentimento de pertencimento também se constrói na continuidade. Para Lara Galvão, a permanência da Catedral ao longo dos anos reforça um elo que ultrapassa gerações.

“São mais de 100 anos… e isso vai passando de geração para geração”, completou.

Para o arcebispo Dom Roque Paloschi, esse vínculo entre as pessoas e o espaço é resultado de uma construção coletiva, marcada pela fé e pelo sentimento de comunidade.

Para o arcebispo Dom Roque Paloschi, esse vínculo entre as pessoas e o espaço é resultado de uma construção coletiva
Para o arcebispo Dom Roque Paloschi, esse vínculo entre as pessoas e o espaço é resultado de uma construção coletiva
“A Catedral nasce desse desejo de reunir famílias, de criar um espaço onde as pessoas se sintam parte de algo maior”.

Ao longo do dia, é comum ver pessoas entrando e saindo em silêncio, algumas em oração, outras apenas buscando um momento de tranquilidade. O movimento constante reforça o papel da Catedral como um espaço vivo, presente na rotina da cidade.

O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, destacou a importância da Catedral para a identidade cultural e afetiva da capital.

“A Catedral é um espaço que representa não só a fé, mas também o sentimento de pertencimento da nossa população. Preservar esse lugar é manter viva uma parte importante da identidade de Porto Velho”.

Entre orações silenciosas e momentos de reflexão, a Catedral segue acolhendo histórias todos os dias: um espaço onde cada visita carrega um pouco de fé, memória e pertencimento.

Texto:Helen Paiva
Edição:Secom
Fotos:Hellon Luiz

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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