Intervenção vai melhorar o trânsito, retirar caminhões da área urbana e fortalecer a logística da capital
As obras do Expresso Porto tiveram início nesta segunda-feira (4), em Porto Velho, após articulação institucional que antecipou o cronograma originalmente previsto para 2030. A assinatura da Ordem de Serviço ocorreu no km 1 da Rodovia do Porto, com representantes do Ministério dos Transportes, Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT)e integrantes da bancada federal. Um projeto que marca o começo de uma intervenção aguardada há décadas.
O prefeito Léo Moraes disse que com o início da nova via, o impacto será positivo para vários setores sociais. “Conseguimos antecipar uma obra que estava prevista para daqui a quatro anos. Isso significa retirar caminhões da cidade, melhorar o trânsito, reduzir acidentes e garantir mais qualidade de vida. Também fortalece a logística e o setor produtivo”.
Com as condições atuais da estrada, parte do transporte de cargas passou a utilizar vias dentro da cidade, aumentando o fluxo de veículos pesados, o risco de acidentes e a lentidão no trânsito.
IMPACTO E ECONOMIA
A execução será realizada em etapas. A previsão é concluir cerca de 17 quilômetros ainda neste ano, no trecho entre a BR-364 e a região da Estrada da Penal.
Para o ministro dos Transportes, George Santoro, esse empreendimento resolve um problema logístico antigo. “Essa intervenção tira o tráfego pesado do centro da cidade, melhora a segurança viária e dá mais eficiência ao transporte de cargas. Com isso, Rondônia ganha competitividade e cria condições para gerar mais empregos e desenvolvimento”.
A proposta é criar um corredor exclusivo para o transporte de cargas, reduzindo a circulação de caminhões nas áreas urbanas e melhorando a segurança viária.
A Expresso Porto é considerada estratégica para o desenvolvimento de Porto Velho, ao integrar mobilidade urbana e transporte de cargas em um eixo estruturado.
“A Expresso Porto é uma obra fundamental para organizar o fluxo de cargas na região. Com a pavimentação, a tendência é de um trânsito mais seguro, com menos desgaste para os veículos e mais eficiência no transporte”, comentou Guilherme Sampaio, diretor geral da ANTT.
Texto:Helen Paiva
Imagens:Hellon Luíz
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)