Um caseiro confessou o assassinato de Maria José de Jesus Hoffmann, morta após ser atingida no pescoço por um disparo de arma de fogo em uma fazenda na zona rural de Espigão D'Oeste em Rondônia. A polícia investiga se o marido de Maria teria sido o mandante do crime.
O trabalhador e o companheiro da vítima foram presos na última semana. Em depoimento às autoridades, o caseiro disse que o marido de Maria ofereceu cerca de R$ 55 mil reais para que ele matasse a mulher.
De acordo com o caseiro, o marido ainda disse que a vítima pretendia se separar, mas ele não queria a separação. Por isso, ofereceu o dinheiro para que o homem tirasse a vida da mulher, uma vez que ele não conseguiria cometer o crime com as "próprias mãos", de acordo com o g1.
O companheiro de Maria, no entanto, negou as acusações de ser o mandante do crime e de ter oferecido o dinheiro. Ele e o caseiro estão presos de forma provisória.
As armas encontradas na residência do casal e na do caseiro estão sendo analisadas pela perícia para saber se uma delas foi usada no crime. A Polícia Civil de Espigão D'Oeste investiga o caso como homicídio.
Maria José de Jesus Hoffmann foi morta no final de maio e, segundo o boletim de ocorrência, o funcionário da fazenda disse que não viu quem atirou, apenas ouviu o barulho do disparo vindo da casa da vítima e de seu marido.
O companheiro de Maria contou que estava assistindo televisão na hora do crime, enquanto a mulher arrumava a casa para dormir. Ela teria ido fechar a cortina da janela quando foi atingida no pescoço. A mulher morreu no local.
Na ocasião, o marido afirmou não saber o autor do crime e nem a motivação, de acordo com o g1. As autoridades apreenderam duas armas na casa do caseiro, que pertenciam ao marido de Maria, e uma terceira arma foi apreendida na casa da vítima.
Em caso de violência contra a mulher, denuncie
Violência contra a mulher é crime, com pena de prisão prevista em lei. Ao presenciar qualquer episódio de agressão contra mulheres, denuncie. Você pode fazer isso por telefone (ligando 190 ou 180). Também pode procurar uma delegacia, normal ou especializada.