
O corpo de Rozália Gonçalves Pereira, de 36 anos, foi encontrado em um terreno baldio em Araguaína, norte do estado, após cinco dias do desaparecimento. A vítima foi localizada no Setor Lago Sul em avançado estado de decomposição, apresentando sinais de violência.
A investigação inicial aponta que Rozália teria saído para encontrar uma pessoa que conheceu através das redes sociais. Atualmente, a Polícia Civil busca esclarecer as circunstâncias do crime e identificar o autor, enquanto a família lida com o luto e a busca por justiça.
Veja o que se sabe até o momento sobre a morte da mulher:
Rozália tinha 36 anos, era mãe de seis filhos e cursava o quarto semestre de engenharia civil. Entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, trabalhou como merendeira na Escola Municipal Joaquim Carlos Sabino dos Santos, em Araguaína. Sua filha de 18 anos a descreveu como uma pessoa sempre sorridente e feliz.
O corpo foi encontrado na tarde de 5 de janeiro de 2026, em um terreno baldio que fica no Setor Lago Sul, especificamente no cruzamento da Avenida do Comércio com a Rua Amarilis.
A localização ocorreu após um morador sentir um mau cheiro persistente por cerca de três dias e observar urubus sobrevoando a região. Ao verificar a área, o morador encontrou o cadáver e acionou a Polícia Militar.
A análise preliminar da Polícia Militar e da perícia técnica identificou perfurações na região do tórax. O corpo já se encontrava em avançado estado de decomposição quando foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML), o que indica que a morte teria ocorrido dias antes da localização.
De acordo com relatos de familiares à polícia, Rozália saiu de casa no primeiro dia do ano de 2026 com o objetivo de se encontrar com uma pessoa que havia conhecido pela internet. Sua filha mencionou que, embora o crime tenha ocorrido possivelmente no dia 1º, o celular da mãe continuou ativo por algum tempo, mas as chamadas feitas pela família não foram atendidas.
A família de Rozália informou à polícia que o ex-marido da vítima, com quem ela ainda residia, é o principal suspeito para os parentes. Segundo os relatos da filha, o homem desapareceu e não foi mais localizado desde que o corpo da merendeira foi descoberto no terreno baldio.
A Polícia Civil, no entanto, ainda não confirmou oficialmente a identidade de suspeitos para não atrapalhar o andamento das investigações.
O caso está sendo conduzido pela 2ª Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Araguaína. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) declarou que as investigações estão em curso e que mais detalhes não podem ser divulgados no momento para preservar o sigilo dos procedimentos investigativos.
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